Music, movies, pianos, cats, books, sarcasm, orgasm

31st July 2014

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I’ve found that growing up means being honest. About what I want. What I need. What I feel. Who I am.
Epiphany (via unmaiden)

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31st July 2014

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4th July 2014

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4th July 2014

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3rd July 2014

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O que aprendi com meus relacionamentos Ou “Por favor, chega de textos padronizando relacionamentos modernos”

Ultimamente tenho me assustado com textos, imagens e discursos que têm sido compartilhados na minha timeline sobre o amor nos dias de hoje. Me incomodam porque, em grande parte, eu sou ainda uma pessoa que acredita no amor como uma das melhores coisas da vida. Mas aí eu vejo gente compartilhando o pensar de que amar, atualmente, é pedir pra sofrer. Um martírio, quase um castigo cruel.

Eu já compactuei com essa visão, confesso. Por muito tempo fui o estereótipo de menina que sonhava com o príncipe encantado e via ele em todos os caras por quem eu me apaixonava. Bem, quase nunca eu era correspondida e criei essa visão de que amor é ruim.

Depois de uma certa maturidade emocional, que eu não sei quando veio e sei que ainda está longe de ser completa, eu comecei a perceber que o problema do amor não está nas pessoas que não nos correspondem ou num padrão de comportamento moderno que fazem as pessoas serem indiferentes umas às outras num relacionamento. Está em nós mesmos, quando enchemos os pulmões e dizemos isso, como se nos conformássemos com isso ou quiséssemos tirar o nosso da reta, como se o fato de não sermos amados fosse culpa sempre do outro.

Daí surgem blogs com infinitas listas explicando implicitamente que as pessoas atualmente gostam de ser indiferentes, porque isso que caracteriza relacionamentos modernos. Bulshit! De onde tiraram que existe uma disputa pra mostrar quem se importa menos? Que ganha quem demonstra menos afetividade, quem liga menos, quem se preocupa menos? Isso não é padrão de comportamento de seres humanos, na minha opinião. É padrão de comportamento de robôs.

O que eu amadureci no meu crescimento emocional foi enxergar que, se as pessoas se comportam assim, é porque elas não amam. Se o cara/guria não me liga, não se preocupa, não demonstra afeto, é porque não ama. Simples assim. E isso eu vi porque, em várias situações, num momento eu que eu demonstrava afeto e a outra pessoa ficava com vergonha, era porque definitivamente ela não gostava tanto de mim quanto eu imaginava. E caí fora. De coração partido, mas pelo menos não mantive uma relação com alguém que não queira demonstrar afeto.

Disso vem aquela máxima que eu carrego comigo sempre. “Quando dá certo com alguém, você percebe porque deu errado com os outros”. Quando você investe numa relação e ela dá frutos diferentes desses padronizados – a pessoa se preocupa, te liga, demonstra afeto, anda de mãos dadas,te dá liberdade e você se sente seguro de dar liberdade a ela – aí você vê o que é um relacionamento de verdade.

Pra mim, essa coisa de querer explicar como são relacionamentos modernos dizendo que atualmente todo mundo tem um comportamento egoísta, individualista e indiferente numa relação é coisa de gente frustrada que, ao invés de buscar se conhecer e buscar alguém que goste de verdade , fica preso numa relação com alguém só pela comodidade e justifica toda a falta de afeto padronizando comportamentos. E se conforma com isso, não quer fazer algo que mude a situação.

É como diz um diálogo do filme “As vantagens de ser invisível” (assistam!) entre Charlie e seu professor, quando ele pergunta “Por que pessoas legais escolhem namorar pessoas não tão legais?” e o professor responde “A gente aceita o amor que acredita merecer”.

Então, eu acredito nisso. A gente tem o amor que acredita merecer. Se você acha que só vai se relacionar com pessoas indiferentes e justifica isso dizendo que hoje em dia todos são indiferentes, é isso que vai acontecer.

Tem muita gente legal por aí que, quando ama de verdade, não tem vergonha de demonstrar afeto, se preocupar, investir de verdade na relação. Não são ou últimos românticos, como dizem por aí. São os que, assim como eu, não se deixaram abater por essa síndrome do “relacionamentos hoje em dia são indiferentes porque as pessoas são indiferentes”.

Sei lá, eu não sou indiferente. Meu relacionamento não é indiferente. E poderia contar histórias de muitos relacionamentos que conheço que dão certo porque não são assim. Amor não é fraqueza, não é castigo, não é sofrimento. Relacionamentos indiferentes que são. E eles não existem se você não se permitir entrar neles. ;)

3rd July 2014

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;)

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1st November 2013

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1st November 2013

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1st November 2013

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2headedsnake:

KwangHo Shin

New untitled oil paintings - 2013

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12th October 2013

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